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Como criar caricaturas perfeitas sem nem saber desenhar

Um verdadeiro sucesso no Facebook, que foi desenvolvido pela Hightalk, e fez enorme sucesso na China, está conquistando cada vez mais adeptos em solo brasileiro. Trata-se de um aplicativo que consegue transformar qualquer foto sua em uma caricatura perfeita, sem que você precise saber desenhar para isso.


O responsável por essa “magia”, é o aplicativo MomentCam, disponível para Android e iOS. A aplicação traça as principais linhas do rosto de uma pessoa, e adiciona-a em um corpo “caracturizado”,  dando uma sensação descontraída e ao mesmo tempo realista do resultado final.
1) Para utilizar o aplicativo, basta fazer o download dele em seu em seu iPhone, ou no seusmartphone Android , ignorar as possíveis mensagens que saltem na tela e clicar em “Create cartoon”.
2) A câmera do seu celular será então ativada, e você precisará para capturar uma imagem do rosto de alguém, ou se preferir, pode escolher uma foto da biblioteca de imagens.
3) Uma vez escolhida ou capturada a imagem, você vai para o próximo passo, onde deverá marcar com um círculo os locais onde ficam os olhos e a boca da pessoa.
4) Escolha também o sexo, clicando em “Boy” para um garoto, e “Girl” para uma garota.
5) Feito isso, o aplicativo vai gerar automaticamente a sua caricatura, e você pode ajeitar o rosto como quiser. Caso não goste do corpo que o aplicativo escolheu, você pode clicar em “Designs” e alterar para um que você preferir.
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Você também pode mudar o cabelo, o formato do rosto, adicionar óculos e barba. Para isso, basta tocar em “Edit” no menu inferior. Também é possível criar o seu próprio desenho, escolhendo a opção “Create” do menu.
O aplicativo é inteiramente gratuito e cumpre perfeitamente com oque promete. E ainda que os resultados não sejam totalmente satisfatórias, serão com certeza hilários.
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Você já fez a sua caricatura? Gostou do resultado? Comente as suas impressões sobre o aplicativo. Queremos saber a sua opinião ;)

A jornada de uma feminista que se importa com videogames

ma série de vídeos que exploram clichês dos arquétipos femininos em jogos





A retratação de mulheres nos videogames foi alvo dos estudos de Anita Sarkeesian, uma moça adepta do feminismo que busca explorar os clichês e deslizes dos criadores de universos fictícios. Em 2012, Sarkeesian lançou uma campanha de crowdfunding via Kickstarter, pedindo por US$ 6 mil para sua pesquisa – ao final da campanha, o que acharam a proposta interessante e válida apoiaram o projeto, o fazendo atingir US$ 159 mil.

Uma mulher levantando a voz perante a preguiça dos arquétipos das personagens fictícias é de extrema importância. Vivemos em mundo no qual dados como “45% das mulheres jogam” (segundo a The Entertainment Software Association) não podem mais ser ignorados em prol do soldado carequinha que nasceu para salvar o mundo. O plano de Sarkeesian era gastar as quantias arrecadadas com a campanha e criar séries de vídeos que exploram essa temática – a produção, o catálogo de jogos originais utilizados como fonte, tudo, segundo Anita, minuciosamente planejado.

Sarkeesian não levanta a voz em nenhum momento acerca da qualidade dos jogos, apenas sobre a assustadora frequência do uso de donzelas em perigo, garotas sexualizadas e até mulheres na geladeira (termo cunhado pela artista de quadrinhos Gail Simone ao expressar seu desgosto a uma cena de uma história de Lanterna Verde, em que Kyle Rayner topa com sua namorada mutilada dentro de um refrigerador).





A luta de Sarkeesian não é 
contra os homens




Na prática

Uma maneira prática de testar o viés relacionado ao gênero é aplicar o teste Bechdel. Desta vez, a responsável pelo termo é a cartunista Alison Bechdel, que criou um método bem simples de avaliação: caso duas garotas mantenham um diálogo que não envolve uma figura masculina, o filme, game, livro, quadrinho ou qualquer outro tipo de mídia, passou. Existe uma biblioteca com os aprovados no bechdeltest.com, mas vale lembrar que existem limitações óbvias atreladas ao teste. O que vale para jogos também se aplica a outras produções: podem não haver papéis relevantes para mulheres, mas a constatação não desqualifica a qualidade das obras.

A resposta do mercado

Existem contra argumentações, claro. A maioria mora no âmbito financeiro. Há quem diga, na cara de um desenvolvedor, que não tem cabimento fazer um jogo protagonizado por uma mulher que possui interesses amorosos. Seria complexo para os jogadores homens e heterossexuais se sentirem “na pele” da personagem, como foi o recente caso de “Remember Me”, que traz Nilin como heroína. Jean-Max Morris, diretor do jogo, contou ao site PennyArcade que a história de Nilin foi rejeitada por diversas distribuidoras, que se negaram a publicar um jogo encabeçado por uma mulher – ainda mais uma que se atreve a ter relações afetivas. A entrevista de Morris comprova a necessidade de maturidade dentro da indústria: “Se você pensa assim, os jogos nunca vão poder evoluir”.

Outro dos casos recentes é relativo a Naughty Dog e seu blockbuster “The Last of Us”, lançado há pouco tempo para PlayStation 3. O enredo tem como grande foco a interação entre os personagens e o diálogo dessa história com o restante do mundo pós-apocalíptico que dá pano de fundo ao título. Em grande parte, o foco é Joel, um cinquentão que está sobrevivendo a sua própria maneira, até que Ellie, uma garota de 14 anos, entra na sua vida. A capa é ilustrada por ambos personagens, mas, de acordo com Neil Druckman, diretor criativo da obra, houve muita pressão para forçar Ellie em um segundo plano, sem tanto destaque.

Anita Sarkeesian e os jogos via Kickstarter


Reação inesperada

"É raro ver uma garota não ser tratada apenas como ferramenta de enredo"
Antes mesmo de seu primeiro vídeo sobre o tema ser lançado, em março de 2013, Sarkeesian foi alvo de quem não ficou contente com as mudanças propostas. As duas citações acima, retiradas do Twitter, são direcionadas a feminista e expressam parte da reação do público. Os exemplos expressam que a argumentação, de maneira muito paradoxal, deixou de ser sobre videogames e se tornou algo pessoal contra Sarkeesian, que teve seus dados expostos, edições em sua página da Wikipédia e, de brinde, um jogo em flash que disponibilizava uma versão digital da feminista que poderia apanhar de diversas maneiras.

A ironia é como a discussão sobre misoginia e sexismo na internet logo se torna uma demonstração sem proporções do próprio assunto posto em pauta. É quase como ver as palavras do sociólogo Allan G. Johson, em seu livro “The Gender Knot”, se tornando realidade.
“É inaceitável [uma mulher levantar a voz] porque isso força os homens a confrontar a realidade do privilégio masculino e da opressão das mulheres”.
A luta de Sarkeesian não é contra os homens. A agressividade perante os motivos dos vídeos é quase uma comprovação dos efeitos pedagógicos da cultura pop na mente dos que consomem os produtos – como se, de fato, uma história sobre uma princesa que salva a si mesma fosse absurdo demais. As empresas criam universos fictícios gigantescos, com suas próprias sociedades, economias e personagens únicos, mas é raro ver uma garota não ser tratada como ferramenta de enredo

Os verdadeiros donos do mundo

Nós vivemos em um mundo capitalista, onde milhares de empresas vendem seus produtos concorrendo contra outros, em um briga que nunca tem fim e que leva sempre para o mesmo lugar: o lucro.

E quando vamos em um supermercado nos deparamos com tantas produtos diferentes, que as vezes fica até difícil de escolher o que comprar. E naturalmente pensamos que cada um deles é produzido por uma empresa, mas a verdade é muito diferente.

Existem no mundo algumas poucas empresas que praticamente dominam totalmente o mercado mundial. Tanto que as vezes elas chegam a serem donas de duas marcas concorrentes, lucrando com qualquer coisa que você comprar.
Quer saber quem são essas empresas e suas marcas que dominam o planeta? Confira aqui:


Kraft

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A Kraft é a poderosa empresa de alimentos americana, com um dedo em cada parte do setor alimentício. Ela domina as principais marcas do mercado, tendo tantos produtos que é dona de concorrentes.
Seus ativos de mercado somam quase 100 bilhões de dólares, seu patrimônio é de mais de 30 bilhões e seu lucro, apenas em 2011, foi de 3,5 bilhões.
Esses são alguns dos seus principais produtos:
kraft

 

 

 

PepsiCo

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A PepsiCo também é uma megaempresa americana, com lucro anual de quase 7 bilhões de dólares. E é a principal concorrente da Coca Cola no mundo (teremos um post especial sobre ela em breve).
Assim como outras empresa gigantescas, ela é dona de dezenas de marcas, algumas que você jamais imaginou, pois nem só de Pepsi e bebidas vive a PepsiCo. Ela investe em outros setores e isso lhe faz ser uma das empresas que fazem o mundo girar:
pepsico

 

 

 

Nestlé

Nestle_logo
Se você ir nesse momento até a cozinha da sua casa, abrir o armário e a geladeira, vai encontrar pelo menos uma meia dúzia de produtos da Nestlé.
De comida, a shampoo, passando por perfumas e comida para animais. Essa é a gigantesca Nestlé, uma empresa suíça com lucro anual de quase 10 bilhões de dólares. Ela é tão gigantesca que possui sobre suas asas mais de 8 mil marcas! É quase impossível viver na Terra e não ter contato com os produtos da empresa.
Confira um pequena porcentagem de produtos que ela faz:
nestlé
Essas são algumas das mais poderosas empresas do mundo, que ditam as regras do mercado e certamente fazem parte de sua vida, pois é praticamente impossível viver sem seus produtos. Seja bem-vindo ao capitalismo, onde meio dúzia de empresas dominam o mundo.
E não deixe de curtir se você quer conhecer as outras empresas que comandam o planeta no próximo post!

via:minilua
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